De brasileiro para brasileiro, uma análise do impacto que o cenário atual pode ter nos investimentos.


Nos últimos tempos, nos acostumamos a enfrentar notícias no Brasil que deixam muitos investidores globais assustados em diversos cantos do mundo.


Basta lembrar: desde a redemocratização, foram oito presidentes. Destes, dois sofreram processos de impeachment (Collor e Dilma) e um enfrentou um escândalo político que quase o derrubou (Temer).


E a palavra impeachment continua a rondar, como um fantasma no governo atual, as páginas de jornais e declarações de políticos em Brasília.

O que tudo isso nos diz?

Independentemente da corrente ideológica, a história recente do Brasil é marcada por eventos que trazem instabilidade recorrente ao mercado financeiro.


E não vamos nos esquecer que no próximo ano temos novas eleições, com o cenário se desenhando para uma disputa entre Lula e Bolsonaro. Além da volatilidade inerente a todo processo eleitoral, desta vez o país se encontra em condições econômicas mais delicadas.

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Inflação

em disparada

Quem viveu os anos 80 e 90 entende dos riscos de perder o controle dos preços. A meta de inflação deste ano não será cumprida, e crescem as dúvidas para 2022. Como reflexo, o Banco Central se vê cada vez mais obrigado a subir os juros. E sabemos que quanto maior os juros, menor tende a ser a retomada da economia.

Contas públicas em deterioração

Desde o ano passado nos perguntamos: o teto de gastos será mantido? Esse é um instrumento visto pelos investidores como essencial para controlar a trajetória da dívida pública, e seguimos sem resposta. Conforme nos aproximamos do ano eleitoral, crescem as chances de ações populistas em busca de votos e fragilização da situação fiscal.

Não podemos deixar de mencionar também os constantes embates entre os poderes – em uma visível escalada nos últimos tempos – e a possibilidade de uma crise hídrica e energética nos próximos meses.

É verdade que nem todo risco se materializa – e, como brasileiros, esperamos sempre pelo melhor cenário. Mas a simples possibilidade de essa “tempestade perfeita” existir afeta preços de mercado e é um sinal de alerta que os investidores não podem ignorar. Todo bom investidor deve estar sempre preparado para lidar com os piores cenários.

Reescrevendo o passado


Vale lembrar que, no Brasil, até o passado parece ser imprevisível. Você deve se recordar que em março deste ano, todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato foram anuladas.


E a reação do mercado foi imediata:

Deixando questões e discussões políticas de lado, o que a decisão do STF reforçou naquele momento é a constante relativização das instituições, reafirmando a insegurança jurídica do país. A questão não é sobre Lula, mas sobre a incerteza de se investir num país onde regras e decisões judiciais podem ser alteradas.

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Intervenção estatal


O ano de 2021 também nos lembra de mais um importante risco aos olhos dos investidores do mundo todo: as recorrentes interferências em empresas públicas com acionistas do mundo inteiro – caso você não se lembre, a troca no comando da Petrobras no início de 2021 pegou a todos de surpresa e trouxe muita instabilidade aos mercados.


E o que isso representa?


Eventos como a intervenção na Petrobras dão margem para diversas incertezas. Afinal, se analisarmos a história, vemos que a criatividade estatal é enorme. Controles de capital, limites para compra de dólares, impostos proibitivos para pessoas que querem consumir produtos importados e por aí vai. Se você acha que estamos exagerando, lembre-se dos casos de Argentina e Venezuela.


Não acreditamos em “venezuelização” ou mesmo ”argentinização” do Brasil. Temos mais de US$ 350 bilhões de reservas, uma situação de dívida que é muito mais concentrada em moeda local (real) do que em dólar, um setor agropecuário forte e gerador de divisas, e uma economia interna que segura certos solavancos globais.

Mas, se por um lado não acreditamos nesse desfecho, por outro não há garantia alguma de que as coisas não possam piorar ou mesmo escalar para casos mais extremos. E é esse pensamento que gostaríamos que você entendesse.


Como dissemos, a discussão não é sobre o Lula, sobre Petrobras ou os movimentos no cenário político. O problema é o chamado Risco-País.

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Afinal, o que é risco país?


Ainda que o nome pareça intuitivo, é sempre bom fixar alguns conceitos.

Em um mundo globalizado, onde os capitais podem fluir livremente, a busca pela melhor relação risco versus retorno é constante. Logo, investidores podem investir nos EUA e depois migrar para o México, por exemplo, e depois para a Espanha, e depois para a África do Sul, e depois...


Esse Risco-País se refere à incerteza associada ao investimento em um determinado país e, mais especificamente, ao grau em que essa incerteza pode levar a perdas para os investidores. Essa incerteza advém de uma série de fatores, incluindo influências políticas, econômicas, cambiais ou tecnológicas.


Em especial, o Risco-País busca medir o risco de governo estrangeiro deixar de pagar seus títulos, seus compromissos, suas dívidas ou que medidas deste governo façam com que as empresas tenham mais dificuldades de honrar seus compromissos.

Livre de risco?

Como referência, usam-se os títulos de dívida (títulos públicos) dos EUA, o chamado título livre de risco - seja porque os EUA são a maior economia do mundo, por terem o dólar como a moeda de referência de valor internacional, ou porque não têm no seu histórico eventos de moratória de dívida.


Os EUA, em contexto global, são considerados o porto seguro para alguns investidores e é por isso que falamos em Flight to Quality, com investidores buscando investir nos EUA quando há incerteza e o medo toma conta do mercado.


Então, diversas agências e organismos calculam índices que visam medir esse risco.

E onde o Brasil se encontra nisso?

A tabela a seguir apresenta uma lista de 13 países (incluindo o Brasil) que possuem o mesmo rating (risco), segundo a agência Standard & Poors. A interpretação é a seguinte: é tão arriscado investir no Brasil quanto é investir no Paraguai, na Macedônia ou na Grécia.

Agora a pergunta que te fazemos é:

quanto do seu capital você alocaria nesses países?


Nos arriscamos a dizer que sua resposta deve ter sido algo como “muito pouco” ou “nada”.


Por que isso acontece? Porque o investimento nesses países parece arriscado, não?


E parece, porque de fato apresenta riscos.


Vejamos alguns exemplos:


Na Rússia, existem muitos questionamentos sobre a posição ditatorial assumida pelo presidente Putin. Parece arriscado investir num país onde o principal opositor do atual presidente aparece morto do dia para noite, não?

Na Turquia, o destaque neste ano foram mudanças propostas na lei que rege a política do país, algo que muitos veem como uma manobra do atual presidente Erdogan para se manter no poder:

A África do Sul luta contra um colapso da economia em meio a novas cepas de Covid, escândalo de corrupção do ex-presidente Zuma e questionamentos sobre a popularidade do atual presidente Cyril Ramaphosa.

Isso lembra algo a vocês?

Os desafios de países emergentes parecem muito semelhantes. O que muda é o CEP ou Zip Code, como falamos nos EUA. Por isso, o investidor global vê o investimento nesses locais como tático, de curto prazo e especulativo.


Ou você se arriscaria a colocar grande parte da sua poupança em países com esse risco? Entenda que o Brasil é visto da mesma forma pelos investidores globais.

Risco-país


Além das agências de rating, o JP Morgan calcula o EMBI+, que é um índice que mede o quanto os títulos de dívida do Brasil devem remunerar a mais o investidor em comparação a um título de dívida dos EUA. Nesse caso, quanto maior é esse número, mais arriscado é se investir no país.

Veja que em diversos momentos da história os investidores passam a exigir mais retorno para correr o risco de investir no Brasil. Especialmente em 2002, coincidentemente na eleição do ex-presidente Lula, vimos o Risco-País alcançar máximas históricas pelo receio do desconhecido e daquilo que ele poderia fazer uma vez no poder.


Uma outra forma de ver esse risco é medindo a demanda por um seguro, caso as coisas no Brasil piorem. Existe um título no mercado internacional chamado CDS (Credit Default Swap). Um nome diferente, mas com conceito bem simples. Ele sobe quando os investidores têm medo dessa volatilidade brasileira. E observe como foi sua performance na primeira metade deste ano: cada vez mais alta

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Reféns?

Se por um lado o Risco-País cedeu nos últimos anos, corriqueiramente somos surpreendidos com notícias como o “Joesley Day”, impeachment e outros eventos que elevam a percepção de risco associada ao país.


Sua poupança acaba ficando refém da radicalização de discursos políticos, do risco de um ministro sair do governo, do receio de uma reforma não ser aprovada, da falta de controle ou de medidas efetivas para combate da Covid, entre outras possibilidades.


E qual o impacto disso tudo?

Vemos o dólar se valorizar, a bolsa sofrer e os títulos de renda fixa terem sua precificação bastante afetada.


O brasileiro monta uma carteira que acredita ser diversificada e, ainda assim, acaba com aquele sentimento de estar mais pobre: vê suas ações caírem, o dólar saltar, os fundos multimercados restritos ao mercado nacional sofrerem, os fundos de renda fixa perderem com a precificação dos seus títulos, resultantes da variação da curva de juros no mercado local, e que é, justamente, derivada desse risco político.

Fugindo desse risco

Muitos desiludidos passam a acreditar que a única saída para o Brasil é o aeroporto. Não é verdade. O Brasil não vai acabar. Acreditamos fortemente que existe muito potencial em nosso país.


No entanto, cabe a nós estarmos preparados para situações adversas que corriqueiramente nos atemorizam. É simples fazer isso.


Investimentos em moeda forte e de aceitação global, como o dólar, podem ser uma saída. E a partir disso, montar uma carteira global que o ajude a fugir desse Risco-País.


A imagem abaixo, por exemplo, ilustra um evento que não é incomum nas comparações entre mercados emergentes versus mercados desenvolvidos: a abertura da chamada “boca de jacaré”, momentos nos quais os mercados emergentes refletem esses riscos com mais força, ficando para trás frente a mercados desenvolvidos, que por natureza são mais protegidos contra crises, ainda que não sejam imunes.


O gráfico coloca os emergentes na linha vermelha, o Brasil na linha verde e o mercado americano na linha preta, no acumulado deste ano até a metade de agosto.


A Avenue surgiu justamente para internacionalizar a vida financeira dos brasileiros. No Brasil, a Coin DTVM é a parceira oficial da Avenue para o processo de abertura de conta.

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O que é uma carteira global?


Abaixo mostramos um exemplo, através de um espectro de risco x retorno, daquilo que compõe uma carteia global bem diversificada:

O problema é que a carteira do brasileiro tradicionalmente se apresenta conforme abaixo:

Exemplos

Vamos supor um investidor que tenha uma carteira com 60% em ativos de renda fixa nacionais, seja via fundos ou títulos do tesouro brasileiro, e outros 40% em ações nacionais (large, mid e small caps nacionais).


Ele poderia, por exemplo, segregar a parcela de renda fixa com um mix de:


  • 30% em ativos locais;
  • outros 30% em ativos de renda fixa de países e/ou empresas investment grade (considerados de menos risco que o Brasil);
  • adicionalmente, com os 40% alocado em ações, ele poderia ter 20% em ações brasileiras e outros 20% em ações globais.

Com isso, este portfólio passaria a ser 50% dolarizado e global.

Um outro exemplo de um investidor que tenha 30% em renda fixa local, 20% em Fundos Imobiliários, 20% em fundos multimercados e 30% em ações brasileiras com foco em small caps. Ele conseguiria replicar esse portfólio com um mix global. Uma carteira hipotética poderia ficar assim:

  • 15% em renda fixa local;
  • 15% em renda fixa global
  • 10% em fundos imobiliários
  • 10% nos REITs (fundos imobiliários americanos)
  • 15% em ações brasileiras small caps
  • 15% em small caps de economias desenvolvidas
  • os 20% da parcela de multimercados pode ser muito bem diversificada através de uma alocação global com moedas, ouro e ações globais;

Lembramos que esta não é uma recomendação de investimentos – são apenas exemplos hipotéticos de como a diversificação geográfica pode ocorrer mantendo as mesmas classes de ativos no portfólio.

É essencial todo investidor conhecer o seu perfil de investidor e entender as oportunidades e os riscos envolvidos em cada decisão.

A mensagem aqui é a de que diversificar apenas entre ações e títulos nacionais não te protege do Risco-País.


Ao investir com a Avenue, existem mais de 8.000 ativos disponíveis no mercado visto pelos investidores globais como o mais seguro do mundo: o americano.

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A Coin DTVM é a representante oficial da Avenue no Brasil. A Avenue Securities é uma corretora americana, fundada por brasileiros com ampla experiência no mercado de investimentos. Por intermédio da Coin DTVM, mais de 300 mil já brasileiros têm acesso à Avenue e ao maior mercado de ativos do mundo.

A Coin Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. (“Coin”) é uma distribuidora de valores mobiliários brasileira devidamente autorizada pelo Banco Central do Brasil (“BCB”) e pela Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”).

 

A Coin celebrou contrato com a Avenue Securities LLC, uma corretora de valores mobiliários norte americana, tornando-se responsável pela oferta de serviços da Avenue Securities LLC a investidores residentes, domiciliados ou constituídos na República Federativa do Brasil, conforme Parecer Orientador da CVM nº 33/2005 (Parecer de Orientação da CVM nº 33, de 09.9.2005) e da decisão do Colegiado da CVM proferida em 23.02.2021, no âmbito dos Processos SEI 19957.010715/2018-37 e 19957.000495/2019-14.

 

A Coin diligenciou para assegurar que a Avenue Securities LLC está regularmente constituída, existente e autorizada a funcionar nos Estados Unidos, e é registrada perante os reguladores norte-americanos, a saber: FINRA e da SIPC. A Coin será responsável por verificar continuamente a regularidade da Avenue Securities LLC. Além disso, a Coin verificou que a Avenue Securities LLC possui estrutura física, pessoal e todas as licenças e autorizações necessárias para realizar seus serviços nos Estados Unidos. As licenças, registros e histórico da Avenue Securities LLC podem ser consultados, a qualquer tempo, pelo https://brokercheck.finra.org/firm/summary/292589.

 

Os investidores, ao se tornarem clientes da Avenue Securities LLC, contam com dois seguros em caso de liquidação extrajudicial/falência da empresa que presta serviços de clearing para as operações da Avenue, a Apex. São eles: o seguro da própria clearing Apex e do Securities Investor Protection Corporation, o SIPC, que protegem as contas em até US$ 900.000, sendo US$ 450.000 para ativos e US$ 450.000 para dinheiro. Para  saber mais sobre  o  SIPC, consulte  brochura  explicativa disponível mediante solicitação ou em www.sipc.org.”

 

A Coin ressalta que a Avenue Securities LLC presta seus serviços exclusivamente nos Estados Unidos, respeitadas as leis e normas locais, e não está autorizada pela CVM a oferecer diretamente serviços de distribuição de valores mobiliários a investidores residentes, domiciliados ou constituídos na República Federativa do Brasil. Nada aqui deve ser entendido como uma oferta direta, pela Avenue Securities LLC,de serviços endereçados a esses investidores.

 

Os serviços prestados pela Avenue Securities LLC não são objeto de registro na CVM, nem estão sujeitos à supervisão da CVM ou de outro órgão regulador brasileiro. A supervisão da CVM é restrita apenas ao território nacional brasileiro, de modo que seu poder de supervisão é limitado à Coin.

 

Veja o vídeo de boas-vindas da Avenue Securities aqui, nele você encontra informações importantes sobre a Avenue Securities, como sua atuação nos Estados Unidos da América, mecanismos de proteção e informações sobre jurisdição legal dos serviços prestados.

 

O envio de recursos dos clientes de/para sua conta bancária no Brasil para/de a sua conta de investimento na Avenue Securities LLC, ocorre por meio dos serviços de contas de pagamento no Brasil, prestados pela Avenue Meios de Pagamento Ltda., em parceria com o BEXS Banco de Câmbio S.A.

 

Assim, por meio da plataforma Avenue, o cliente, após a conclusão do processo de cadastro, poderá solicitar a transferência internacional de recursos, via operação de câmbio realizada pelo BEXS Banco de Câmbio S/A, um banco de câmbio brasileiro regulado. Os saldos de caixa dos clientes em reais mantidos no BEXS Banco de Câmbio S/A, que não são garantidos por nenhum órgão brasileiro, nem são cobertos pelo SIPC (órgão regulador norte americano). O BEXS Banco de Câmbio S/A não é afiliado à Avenue Securities LLC.

 

As transferências de fundos do cliente em dólares americanos são processadas pela Avenue Cash LLC, uma empresa de serviços monetários dos EUA registrada no FinCEN. Avenue Holdings Inc., Avenue Securities LLC, Avenue Global Advisors LLC, Avenue Cash LLC e Avenue Meios de Pagamento são empresas separadas, mas afiliadas.

 

Os custos e prazos para a transferência internacional de recursos, bem como os custos para manutenção da conta e para negociação de valores mobiliários pela Avenue Securities LLC podem ser verificados aqui, observado que tais custos são atualizados de tempos em tempos e sempre disponíveis para consulta dos clientes.

 

Veja também o tutorial de abertura de contas aqui, nele você encontra informações sobre como abrir sua conta, realizar as transferências internacionais e solucionar dúvidas relacionadas aos serviços prestados nos Estados Unidos da América.

 

Informamos que as pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede no Brasil, que detenham, no exterior, recursos acima de determinado montante devem realizar declaração do CBE (capitais brasileiros no exterior) ao Banco Central do Brasil. Maiores informações podem ser verificadas neste link Capitais brasileiros no exterior (CBE) (bcb.gov.br)

 

A título informativo, esclarecimentos sobre impostos podem ser encontrados aqui.

 

As informações aqui fornecidas são de natureza geral e não pretendem substituir um aconselhamento individualizado e específico sobre impostos, leis ou planejamento de investimentos. Os investidores devem se informar e, quando apropriado, consultar um profissional sobre possíveis consequências fiscais associadas à oferta, compra, posse ou alienação de ações de acordo com as leis de seu país de cidadania, residência, domicílio ou incorporação. Alterações legislativas, administrativas ou judiciais podem modificar as consequências tributárias e, como é o caso de qualquer investimento, não há garantia de que a posição fiscal ou a posição tributária no momento em que um investimento é realizado durará indefinidamente.

 

Nada neste site deve ser considerado uma oferta, recomendação, solicitação de oferta ou conselho para comprar ou vender qualquer título.

 

Os ativos negociados, por meio da Avenue Securities LLC, no exterior são denominados em dólar norte-americano. Quando um investimento é denominado em uma moeda que não seja a moeda do investidor, as mudanças nas taxas de câmbio podem ter um efeito adverso no valor, preço ou receita derivada do investimento.

 

Investir nos ativos negociados, por meio da Avenue Securities LLC, no exterior envolve risco, incluindo possível perda de principal. Tais ativos não possuem seguro do FDIC, não possuem garantia bancária e estão sujeitos a perda de valor. Os investidores devem considerar cuidadosamente seus objetivos e riscos de investimento antes de investir. O preço de um determinado título pode aumentar ou diminuir com base nas condições do mercado e os clientes podem perder dinheiro, incluindo seu investimento original.

 

Os tempos de resposta do sistema e de acesso à conta, assim como toda comunicação através de rede mundial de computadores, estão sujeitos a demoras, interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas, o que também pode representar um risco ao investidor.

 

Em geral, o mercado de títulos é volátil e os títulos de renda fixa apresentam risco de taxa de juros. À medida que as taxas de juros aumentam, os preços dos títulos geralmente caem e vice-versa. Esse efeito costuma ser mais pronunciado para títulos de longo prazo. Os títulos de renda fixa também apresentam risco de inflação, risco de liquidez, risco de chamada e risco de crédito e inadimplência para ambos os emissores e contrapartes.

 

Os investidores residentes, domiciliados ou incorporados na República Federativa do Brasil que se tornaram clientes da Avenue Securities LLC por meio da Coin podem entrar em contato com a Avenue, em customer@avenue.us ou através do ombudsman da Coin em 0800 722 2274 para reclamações ou dúvidas sobre a oferta dos serviços prestados pela Avenue Securities LLC.

 

Veja todos os avisos importantes sobre investimentos.

 

Os investidores devem considerar cuidadosamente os objetivos, riscos e encargos e despesas de um fundo mútuo ou Fundo Negociado em Bolsa (“ETF”) antes de investir. Antes de investir em qualquer fundo mútuo ou ETF, considere seu objetivo, riscos, encargos e despesas de investimento. Entre em contato com a Coin DTVM, em 0800 722 2274, ou com a Avenue Securities LLC, em customer@avenue.us, para obter um prospecto, um memorando circular ou, se disponível, um resumo contendo essas informações. Leia atentamente. Os ETFs estão sujeitos à flutuação do mercado e aos riscos de seus investimentos subjacentes. Os ETFs estão sujeitos a taxas de administração e outras despesas. Diferentemente dos fundos mútuos, as cotas/ações dos ETF são compradas e vendidas pelo preço de mercado, que pode ser maior ou menor que o seu valor patrimonial, e não são resgatadas individualmente do fundo. Os retornos do investimento variam e estão sujeitos à volatilidade do mercado, de modo que as ações de um investidor, quando resgatadas ou vendidas, podem valer mais ou menos do que seu custo original. Os ETFs estão sujeitos a riscos semelhantes aos das ações. Alguns fundos especializados negociados em bolsa podem estar sujeitos a riscos adicionais de mercado. Os produtos negociados em bolsa alavancada e inversa não são projetados para comprar e manter investidores ou investidores que não pretendem gerenciar seus investimentos diariamente. Esses produtos são para investidores sofisticados que entendem seus riscos (incluindo o efeito da composição diária dos resultados de investimentos alavancados) e que pretendem monitorar e gerenciar ativamente seus investimentos diariamente.

 

Diferentemente dos títulos individuais, a maioria dos fundos de títulos não tem data de vencimento, portanto, não é possível mantê-los até o vencimento para evitar perdas causadas pela volatilidade dos preços. Qualquer garantia de renda fixa vendida ou resgatada antes do vencimento pode estar sujeita a perda. Os títulos de alto rendimento / sem grau de investimento envolvem maior volatilidade dos preços e risco de inadimplência do que os títulos com grau de investimento.

 

Os investimentos estarão expostos a alterações nas condições política, econômica ou social nos países onde investe, o que pode afetar negativamente o valor de seus investimentos. Podem ocorrer atrasos na transferência de juros, dividendos, ganhos de capital ou principal, o que pode interferir na liquidez e no desempenho da carteira. Há, ainda, a possibilidade de redução ou mesmo inexistência de demanda pelos ativos financeiros investidos, devido a condições específicas a eles atribuídas e aos mercados em que são negociados, o que poderá dificultar a liquidação de posições ou negociação dos referidos ativos pelo preço e no tempo desejados, o que pode interferir na liquidez e no desempenho da carteira.

 

Certifique-se de considerar sua própria situação financeira, realizar uma pesquisa completa e consultar um profissional tributário qualificado antes de tomar qualquer decisão de investimento referente a REITs. Os investimentos em REITs e outros títulos imobiliários estão sujeitos aos mesmos riscos que os investimentos diretos em imóveis. O setor imobiliário é particularmente sensível às crises econômicas.